Além da queima de fogos que será realizada por toda Fiel torcida na hora da virada do dia 31/08 para o dia 01/09.
Segundos antes da virada, acontecerá uma contagem regressiva e show pirotécnico (simultaneamente em 5 pontos da cidade)
1º de Setembrooo!
13 setembro 2010
Elisa Branco: a costureira que ganhou o Prêmio Stalin
Ela foi presa na década de 50 por desafiar o governo do presidente Dutra contra o envio de soldados à Guerra da Coreia e, como militante comunista, ainda sonha em conhecer Cuba.
Em 1922, então com 10 anos, Elisa Branco abandonou os bancos escolares depois de se desentender com a professora em um desfile de 7 de setembro, em Barretos, no interior de São Paulo. O motivo da discussão: a roupa amassada. “Chorei o dia todo”, relembra.Decidida a não mais voltar à escola, a família tratou de substituir a cartilha da menina por jornais da capital. A consequência foi seu despertar para a política, impressionada com as andanças de Luís Carlos Prestes pelo país, no movimento que ficou conhecido como a Coluna Prestes. Filha de um português, dono de um armazém e uma pensão, a pequena burguesa morava com os cinco irmãos em uma casa de 21 cômodos. A boa situação financeira, porém, não a impediu de se aproximar do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e, por consequência, do grande ídolo. “Nunca fiz sacrifícios pelo partido. Prestes cativava as pessoas por sua inteligência”, afirma.
Vinte e oito anos depois de deixar a escola, já casada e com duas filhas, Elisa teve sua trajetória marcada por outro ato de rebeldia. Tudo começou em uma reunião da Federação das Mulheres de São Paulo, entidade ligada ao PCB, da qual fazia parte desde que se mudara para a capital. Naquela época, ela trabalhava como costureira de “madames do high society” e já não vivia com a mesma prosperidade da juventude, já que a morte do pai acabou com o sustento da família. Por um rádio de válvula, ouviu o presidente da República Eurico Gaspar Dutra anunciar o apoio do Brasil aos Estados Unidos na Guerra da Coréia – o que implicaria enviar tropas brasileiras ao continente asiático. “Vamos protestar”, bradou às companheiras. O grupo dividiu-se, mas não houve argumento que a fizesse mudar de ideia. No dia 7 de setembro de 1950, ela seguiu para o Vale do Anhangabaú, em São Paulo, local dos festejos do Dia da Independência. Diante do palanque oficial, abriu uma faixa com a inscrição “Os soldados nossos filhos não irão para a Coréia”. Não teve tempo para correr e foi levada por policiais à delegacia. “Achei que iria ficar detida por uma semana”, lembra.
O seu martírio, porém, perdurou por mais tempo. Julgada pelo Tribunal Militar, foi condenada por ação subversiva. A pena: quatro anos e três meses no Presídio Tiradentes, onde hoje há uma estação de metrô. De imediato, Elisa pediu a amigas que lhe enviassem peças de algodão para fazer cortinas e um pouco de esmalte para as unhas. Passou, então, a ensinar corte e costura e um pouco do alfabeto e higiene pessoal às detentas. Enquanto isso, via crescer um movimento pela sua libertação. Elisa virou notícia em jornais e passou a contar com o apoio popular. Teve, assim, direito a um novo julgamento. Absolvida, deixou a prisão um ano e oito meses depois de ter sido presa. “Fiz muitas amizades lá dentro e, quando saí, as mulheres que ficaram minhas amigas fizeram o maior quebra-quebra”, recorda-se. Em dezembro de 1952, meses depois de sua liberdade, Elisa foi agraciada com o Prêmio Stalin em uma conferência mundial pela paz, na Polônia – mais tarde substituído pelo Prêmio Lênin. Nessa primeira viagem à Europa, estava acompanhada do escritor Jorge Amado e da atriz Maria Della Costa. “A Elisa era muito corajosa”, diz a escritora Zélia Gattai, 83 anos, mulher de Jorge Amado. “Foi uma heroína do partido.”
Dívida de Fidel
O cárcere e a crise de identidade vivida pelo partido depois da morte de Stalin, em 1953, não abalaram sua militância. “Vi Elisa poucas vezes, mas sei que era muito ativa e interessada”, diz o arquiteto Oscar Niemeyer. Em 1964, quando estourou o golpe militar, ela foi novamente presa. Dessa vez, dentro de sua própria casa, na Vila Mariana. “Os bandidos do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) reviraram tudo e ainda me tiraram um monte de fotografias de álbum de família”, conta. Ela ficou detida apenas por oito dias. Essa não foi a última vez que viu-se diante dos militares. Em 1971, Elisa assistia contrariada à luta armada dos partidos de esquerda. Desconfiados, agentes da polícia foram buscá-la de madrugada. Antes de sair, aos berros, fez questão de acordar a vizinhança. “Estão me levando”, gritou. A família ficou três dias sem nenhuma informação, até Elisa ser liberada, por falta de provas, já que havia se afastado da linha de frente do comunismo no Brasil.
Elisa foi casada durante 62 anos com o português Norberto Batista, que morreu em 1993, e com quem teve duas filhas, Horieta e Florita. Ele sempre foi um dos maiores incentivadores da luta da mulher. “Meu marido era comunista, mas eu não deixava ele participar com medo de que fosse deportado para Portugal, que vivia sob a ditadura de Salazar”, recorda Elisa. Ela mora sozinha em um apartamento em Alto de Pinheiros, bairro de classe média, em São Paulo. Aproveita as madrugadas para rabiscar à mão passagens de sua vida em um caderno universitário e fazer mantas de tricô. Pretende deixar tudo registrado em livro, que será revisado pelo jornalista e escritor Fernando Morais, autor de Olga e Chatô, o Rei do Brasil. “Vou fazer
isso com carinho. Só estou esperando ela terminar”, diz Morais. Elisa não tem pressa. Sentada no sofá de couro, olhando para as estantes com livros marxistas, diz que vai viver pelo menos 100 anos. Tempo suficiente para realizar um velho sonho: conhecer Cuba. “O Fidel Castro está me devendo um convite”, diz, sem, no entanto, tê-lo conhecido algum dia. “Vou escrever uma carta para ele e cobrar.”
Fonte: IstoÉ Gente
06 setembro 2010
01 setembro 2010
Lançamento do CIRCUS da UGES
No último sábado, 28, a União Guarulhense dos Estudantes Secundaristas realizou no Centro Municipal de Eduacação Adamastor, no Macedo, o Lançamento do Projeto CIRCUS (Circuito Cutural Secundarista).
O evento contou com uma programação diversa. Foi aberto pelo grupo de Capoeira São Bento Me Chama, onde cerca de 30 pessoas representaram a arte da cultura de resistência do povo brasileiro. Essa apresentação contou com uma parceria firmada com a Liga Guarulhense de Capoeira.
A presidente da UGES, Sábatha Fernandes, pontuou educação e cultura como "pilares na construção de uma sociedade justa e igualitária" e explicou o projeto no sentido de "trazer a cultura para dentro dos estabelecimentos de ensino, resgatando as origens da escola, enquanto espaço da comunidade".
O presidente da UPES, Tarcisio Boaventura e a Coordenadora do CIRCUS no Estado de SP, Dandara Cecilia, estiveram presentes e elogiaram a iniciativa da UGES. "Sabemos o quanto é dificil realizar esse tipo de atividade", disse Dandara.
A Vereadora Luiza Cordeiro também marcou presença e lembrou da importancia desse tipo de espaço para a juventude na cidade, linkando a responsabilidade dos movimentos sociais em eleger governantes que realmente se preocupam com a juventude, com a educação e com a cultura.
O evento contou com um sarau na ilustre presença do Presidente da Academia Guarulhense de Letras, Castello Hansen entre outros poetas.
Estiveram presentes Bandas de Rock, como a Banda Laivin, formada apenas por jovens Guarulhenses.
A Cultura Hip-Hop também teve sua participação atraves dos membros da Familia GNA, Alex Street e Locaute, além do grupo Mova-se de Dança de Rua (antigo The Power Dance) que sempre marcam presença em nossos eventos.
As estudantes Ana Carolina e Jackeline, da Escola Vereador Antonio de Ré expuseram seus desenhos e alguns trabalhos em Arte Digital.
Além da Escola Antonio de Ré, estiveram presentes estudantes das Escolas: Maria Dirce II e III, João Luis de Godoy Moreira, Hernani Furini, Hilda Prates, Cocaia, Valderice, Padre Conrado, Escola São Francisco de Assis, entre outras.
O projeto terá continuidade através de seminários, palestras, debates e saraus nas escolas de Guarulhos.
Obs.:A UGES recomenda aos Estabelecimentos de Ensino interessados, que ainda não tinham tomado contato com o projeto, que entre em contato com a Coordenadora do CIRCUS em Guarulhos, Natasha Fernandes pelo e-mail natasha.fernandes.monaghan@gmail.com.
S.C. Corinthians Paulista
"O Corinthians vai ser o Time do Povo, e o Povo é que vai fazer o Time"
Assim profetizou o alfaiate escolhido como primeiro presidente do clube, Miguel Bataglia.
Depois de 100 Anos, o Timão mostra toda sua tradição numa grande festa reunindo a Fiel para comemorar.
A emoção de estar ali é inexplicavel. Só quem estava sabe dizer..
Pena que cheguei no final... Mas valeu apena por estar ali comemorando entre tantos torcedores da Fiel...
Pelo Corinthians com muito Amor!
31 agosto 2010
13º RAPolitizando a Periferia
| Fonte: Portal Mulheres no Hiphop | |||||||
evento que acontece a mais de dez anos no Centro Cultural Orunmilá visando expandir o movimento Hip Hop e sua expressão poético-musical, através de bate-papo, palestras, entrevistas e discussões. O hip hop vem cresceu muito entre adolescentes e jovens das periferias do Brasil. Grupos de Rap começaram a surgir nas cidades, expandido o modo de ser, de vestir, de falar e, particularmente, de contestar com poesia ritmada, a opressão, o racismo, a desigualdade e a repressão policial contra os moradores da periferia e das favelas. Neste ano, o RAPolitizando a Periferia trouxe o tema: "Mulheres no Hip Hop" com a participação de Lunna que é rapper, produtora cultural, fundadora do Portal Mulheres no Hip Hop e Membro da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop. O evento terá Palestra, Oficina, Debates e apresentações artisticas. O RAPolitizando já contou com presença consagradas como Kl Jay, MV Bill, RZO, Negra Li, CXA, Robson MC, DMN, Mano Brown, Dú Bronx,Dom Pixote, entre outros. Quando: 18/09/10 Onde: Rua Rafael Defina, nº 43 - Ribeirão Preto / SP Informações: (16) 3974-7478 | |||||||
MV Bill na Malhação.
MV Bill é o mais novo ator do seriado da globo que estreiou sua nova temporada dia 23. Esta nova temporada de Malhação estreia com o intuito de aprofundar a abordagem social.
O convite ao rapper foi feito pelo diretor do seriado Ricardo Waddington e pelo autor Emanuel Jacobina, MV Bill se mostrou surpreso ao convite, chegando a acreditar que a proposta havia sido endereçada à pessoa errada, ou que o programa estivesse errado.
Ao contrário de muitos rappers, MV Bill tem uma relação boa com a mídia e sempre propôs mudanças, segundo ele seria uma contradição não aceitar o convite da emissora.
MV Bill interpretará o professor de física e matemática Antônio, será viuvo e pai de uma filha.
Do Portal Rap Nacional
Bom,
Sou uma grande admiradora do trabalho de MVBill...
Acho que a participação dele na mídia é importantissima para o rap, pois até então não havia, aparentemente, mudado seu conteúdo.
A exibição de Falcão no Fantástico e até as apresentações de Bill na Gobo como no Programa do Faustão foram excelentes, um grande exemplo de como quebrar o sistema por dentro.
Mas e agora? Fico preocupada com o q vem pela frente.
Ir para a Malhação não é o problema, considerando que a população jovem da periferia ve Malhação todos os dias. O problema é o que ele vai fazer lá? Vai ser mais um "Mauricinho da TV" ? ou vai representar de fato a juventude da periferia?
O convite ao rapper foi feito pelo diretor do seriado Ricardo Waddington e pelo autor Emanuel Jacobina, MV Bill se mostrou surpreso ao convite, chegando a acreditar que a proposta havia sido endereçada à pessoa errada, ou que o programa estivesse errado.
Ao contrário de muitos rappers, MV Bill tem uma relação boa com a mídia e sempre propôs mudanças, segundo ele seria uma contradição não aceitar o convite da emissora.
MV Bill interpretará o professor de física e matemática Antônio, será viuvo e pai de uma filha.
Do Portal Rap Nacional
Bom,
Sou uma grande admiradora do trabalho de MVBill...
Acho que a participação dele na mídia é importantissima para o rap, pois até então não havia, aparentemente, mudado seu conteúdo.
A exibição de Falcão no Fantástico e até as apresentações de Bill na Gobo como no Programa do Faustão foram excelentes, um grande exemplo de como quebrar o sistema por dentro.
Mas e agora? Fico preocupada com o q vem pela frente.
Ir para a Malhação não é o problema, considerando que a população jovem da periferia ve Malhação todos os dias. O problema é o que ele vai fazer lá? Vai ser mais um "Mauricinho da TV" ? ou vai representar de fato a juventude da periferia?
Centenário!
O Timão estará comemorando 100 Anos no próximo 1º de Setembro!
Fica ligad@ nas festividades de comemoração!
A Festa começa hoje {31/08} às 19h30 com o Show da Virada no Vale do Anhangabaú. Participaçao de Xis, Rappin Hood, Paula Lima, Negra Li, Ronaldo e os Impedidos, Badauí e Japinha, Bateria Unificada das Torcidas, Maria Cecília & Rodolfo e Exaltasamba.
Dia do Corinthians – Vá trabalhar ou estudar com a camisa do Corinthians, pendure sua bandeira na janela, no portão, no carro. Encontre sua forma de homenagear o Timão. Programação: - 17:00 - Concentração na Sede dos Gaviões da Fiel; - 18:00 - Caminhada até o Marco da Fundação; - 19:10 - Inauguração do novo Marco da Fundação (leve seu lampião e sua bandeira); - 20:00 - Carreata e caminhada até o Parque São Jorge; - 22:00 - Abraço Fiel no clube. Aqueles que não tiverem transporte, os Gaviões da Fiel irão disponibilizar ônibus. Pra saber mais visite o site da Gaviões da Fiel Pra |
25 agosto 2010
Ainda Vou Ver Esse Império Cair!
EUA podem estar a caminho de uma recaída na recessão
O Índice Dow Jones Industrial, da maior bolsa de Nova York, recuou 1,32% nesta terça-feira (24) devido ao mau humor dos investidores com as últimas notícias sobre a venda de imóveis usadas nos Estados Unidos, que despencaram 27,2% em julho, descendo ao menor nível desde maio de 1995.
O fato é interpretado por muitos observadores como um sinal de que a maior economia capitalista do mundo pode estar a caminho de uma nova recessão. O Ibovespa acompanhou a tendência e caiu 1,25%, para 65.156 pontos, o menor nível de fechamento em cinco semanas.
Nova ordem mundial
A economia norte-americana padece de fortes desequilíbrios e vive um processo histórico de declínio cuja contrapartida é a ascensão vertiginosa da China, que já é a primeira do mundo em exportação de mercadorias e se cacifa agora como grande investidora internacional.
A (lenta) queda do império está associada à baixa taxa de poupança e ao gigantesco parasitismo de Tio Sam, refletido na chocante dependência de capitais estrangeiros para financiar o apetite aparentemente insaciável por produtos importados. A crise impulsiona o desenvolvimento desigual das nações, favorecendo (até agora) a China e outros emergentes, e reforça, com isto, a necessidade de organizar uma nova ordem econômica e política mundial, na qual o papel do dólar e dos EUA certamente já não será o mesmo.
Leia na íntegra o texto de Humberto Martins no Vermelho
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