24 maio 2012
Carta de la comisión de los representantes estudiantiles del PPI
La comisión de los representantes estudiantiles del PPI y estudiantes presentes en la referida fecha, vienen por medio de esta declarar que decide no participar del Seminario del Proyecto Pedagógico Institucional de la UNILA. Dado esto, decidimos que:
Teniendo en cuenta todos los acontecimientos que ocurrieron en los últimos días, la discusión del Proyecto Pedagógico Institucional se mostró inviable debido a emergencias de otras demandas.
Consideramos que el seminario propuesto posee un carácter excluyente. Esto puede ser observado, por ejemplo, en el texto base para la discusión del seminario, el cual fue divulgado en lengua española solamente horas antes del evento. Además de eso, el horario excluye a los estudiantes que trabajan porque ocurre en un horario comercial.
La organización del seminario no propuso actividades inclusivas para el esclarecimiento y discusión de ésta que es una de las partes más importantes de la construcción de la UNILA. Por ello, concordamos en hacer una jornada de trabajo para deliberar sobre todas las demandas, antes de entrar en discusión del Proyecto Pedagógico.
Por último cabe resaltar la imposibilidad de agotar el tema en a penas dos días de debate.
Atentamente,
Comisión de los representantes y los estudiantes presentes del PPI.
Foz do Iguaçu, 24 de maio de 2012.
Carta da Comissão dos representantes estudantis do PPI
A comissão dos representantes estudantis do PPI e estudantes presentes na data referida, vem por meio desta declarar que decide não participar do Seminário do Projeto Pedagógico Institucional da UNILA. Dado isto acordamos que:
Tendo em vista todos os acontecimentos ocorridos nos últimos dias, a discussão do Projeto Pedagógico mostrou-se inviável devido a emergência de outras demandas.
Consideramos que o seminário proposto possui caráter excludente. Isto pode ser observado, por exemplo, no texto base para a discussão do seminário, o qual foi divulgado em língua espanhola poucas horas antes do evento. Além disso, o horário exclui os estudantes que trabalham, porque ocorre em um período comercial.
A organização do Seminário não propôs atividades inclusivas para o esclarecimento e discussão desta que é uma das partes mais importantes da construção da UNILA. Assim, concordamos em fazer uma Jornada de trabalho para deliberar sobre todas as demandas antes de entrar em discussão do Projeto Pedagógico.
Por último, cabe ressaltar a impossibilidade do esgotamento do tema em apenas dois dias de debate.
Atenciosamente,
Comissão dos representantes estudantis e estudantes presentes do PPI.
Carta Aberta
Colectivo de Estudiantes Latinoamericanos
13 abril 2012
11 outubro 2011
1º Encontro Mundial de Blogueiros
27 de outubro – quinta-feira:
19 horas – abertura oficial do evento no Centro de Recepção de Visitantes (CRV) de Itaipu
- Coquetel e iluminação da barragem de Itaipu
28 de outubro – sexta-feira
9 horas – Debate: “O papel das novas mídias”
- Ignácio Ramonet – criador do Le Monde Diplomatique e autor do livro “A explosão do jornalismo”;
- Kristinn Hrafnsson – porta-voz do WikiLeaks;
- Dênis de Moraes – autor do livro “Mutações do visível: da comunicação de massa à comunicação em rede”;
- Luis Nassif – jornalista e blogueiro;
* Mesa dirigida por Natalia Vianna (Agência Pública) e Tatiane Pires (blogueira do RS)
14 horas – Painel: “Experiências nos EUA e Europa”
- Pascual Serrano – blogueiro e fundador do sítio Rebelión (Espanha);
- Amy Goodman – diretora do Democracy Now (EUA) [*]
- Jillian York – blogueira, colunista do Huffington Post, Guardian e da TV Al Jazeera (EUA);
* Mesa dirigida por Renata Mielli (Barão de Itararé) e Altino Machado (blogueiro do Acre);
16 horas – Painel: “Experiências na Ásia e África”.
- Ahmed Bahgat – blogueiro e ativista digital na “revolta do mundo árabe” (Egito);
- Atanu Dey – blogueira da Índia e especialista em Tecnologia da Informação (Índia);
- Pepe Escobar – jornalista e colunista do sítio Ásia Times Online (Japão);
- Mar-Jordan Degadjor – blogueiro e diretor da ONG África para o Futuro (Gana);
* Mesa dirigida por Renato Rovai (Altercom) e Sérgio Telles (blogueiro do Rio de Janeiro);
Dia 29 de outubro – sábado:
9 horas – Painel: “Experiências na América Latina”.
- Iroel Sánchez – blogueiro da página La Pupila Insomne e do sítio CubaDebate (Cuba);
- Osvaldo Leon – editor sítio da Agência Latinoamericana de Informação – Alai (Equador);
- Martin Becerra – professor universitário e blogueiro (Argentina);
- Jesse Freeston – blogueiro e ativista dos direitos humanos (Honduras);
* Luis Navarro (Editor do jornal La Jornada – México)
* Martin Granovsky (Editor Especial do jornal Página 12 – Argentina)
* Mesa dirigida por Sérgio Bertoni (blogueiro do Paraná) e Cido Araújo (blogueiro de São Paulo);
14 horas – Painel: “As experiências no Brasil”
- Leandro Fortes – jornalista da revista CartaCapital, blogueiro e da comissão nacional do BlogProg;
- Esmael Moraes – criador do blog do Esmael.
- Conceição Oliveira – criadora do blog Maria Frô e tuiteira.
- Bob Fernandes – editor do sitio Terra Magazine [*];
* Mesa dirigida por Maria Inês Nassif (Carta Maior) e Daniel Bezerra (blogueiro do Ceará);
16 horas – Debate: A luta pela liberdade de expressão e pela democratização da comunicação.
– Paulo Bernardo – ministro das Comunicações do Brasil [*];
- Jesse Chacón – ex-ministro das Comunicações da Venezuela;
- Damian Loreti – integrante da comissão que elaborou a Ley de Medios na Argentina;
- Blanca Josales – ministra das Comunicações do Peru;
* Mesa dirigida por Julieta Palmeira (associação de novas mídias da Bahia) e Tica Moreno (blogueiras feministas);
18 horas – Ato de encerramento.
- Aprovação da Carta de Foz do Iguaçu (propostas e organização).
[*] Os nomes com asteriscos ainda não estão confirmados.
09 outubro 2011
Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
TANTO FAZ NÃO SATISFAZ O QUE PRECISO
... Além do mais, quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou;
Você, pra mim, mostrou
Que eu não sou sozinho nesse mundo.
cuida de mim enquando ñ me esqueço de vc
cuida de mim enquando finjo que sou quem eu queria ser.
(Teatro Mágico)
30 setembro 2011
Reitoria Ocupada!
Foz do Iguaçu, 30 de setembro de 2011 - 14h22 - Muito Calor!
Estudantes dos 12 cursos de graduação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana ocupando o prédio da reitoria.
Pauta Principais(resumidamente):
-Laboratórios para os cursos de Engenharia Civil, Eng. de Energias Renováveis e Ciên. Biológicas;
-Contratação de Professores (alguns cursos estão sem aulas em determinadas materiais desde o início do semestre por falta de professores);
-Apresentação da grade definitiva dos cursos, com participação dos estudantes em sua elaboração.
Por iniciativa dos cursos que necessitavam de laboratórios e posterior agregação de estudantes de todos os cursos, a reitoria está ocupada desde às 9h00, esperando um comprometimento da reitoria de resolução objetiva dessas questões.
Mais notícias a qualquer hora! haha
17 setembro 2011
Capivariando
Então sim, estamos de férias
Não nos olhe com esse olhar de reprovação
Você tbm queria viver a cantar
Nesse mundo onde todos procuram sobreviver
Escolhemos viver
Viver e cantar
Viver, cantar e capivariar
Mas sem esquecer de nosso lugar
Nossos lugares...
...cercados de luta e suor
Aqui vivemos, e escolhemos nossas armas para lutar
A caneta, o papel e o violão
Não ridicularize nosso sonho
Nosso sonho e nossa luta
Continuaremos a lutar para que tod@s nós possamos viver assim
à cantar
Viver , cantar e capivariar
10/09/11
09 agosto 2011
O colonialismo cultural
Luiz Carlos Bresser-Pereira
Folha de S.Paulo, 01.08.11
A formação de professores e pesquisadores no Brasil está ocorrendo conforme a agenda e os interesses dos países ricos e influentes
De que tipo de economistas o Brasil precisa? De economistas que pensem de acordo com os problemas e interesses nacionais ou conforme a agenda e os interesses dos ricos?
Faço essa pergunta ao verificar que hoje o padrão de qualidade do ensino e da pesquisa aceito pela "comunidade acadêmica" é definido pelas revistas estrangeiras.
Ao fazermos isso, estamos formando professores e pesquisadores alienados dos interesses nacionais, estamos praticando uma violência contra a nação brasileira.
Para que uma nação seja forte, precisa dominar a ciência e a tecnologia, o que permitiu que os primeiros países que se industrializaram se tornassem ricos e poderosos.
Para isso, países como o Brasil, cuja revolução capitalista foi retardatária, precisam contar com universidades capazes de absorver a ciência e a tecnologia estrangeiras.
Não é, porém, com esse tipo de argumentação que se pode explicar o fato de que no Qualis -o sistema de qualificação de periódicos da Capes que serve para avaliar a produção acadêmica- não haja sequer uma revista nacional de economia classificada como A.
Se a teoria econômica fosse uma ciência natural e exata como é a física, não haveria problema aí. Mas a economia é uma ciência social, é uma ciência que busca compreender como as sociedades modernas produzem e distribuem riqueza.
É uma ciência imprecisa porque os homens não são autômatos previsíveis e é sempre marcada pela ideologia, pois os interesses que envolve são muito grandes.
Pretender transformá-la em uma ciência matemática é pura arrogância, o que leva à desregulamentação dos mercados e abre espaço para baixo crescimento e crises.
A economia é uma ciência que sempre refletiu interesses nacionais. E os países ricos sempre a usaram para "empurrar a escada" dos retardatários, ou seja, para convencê-los a adotar políticas que consultam seus interesses nacionais.
Não obstante isso, os artigos publicados por pesquisadores em revistas brasileiras obtêm uma pontuação nas avaliações da Capes muito menor do que os publicados em revistas estrangeiras.
A participação das revistas nacionais na classe A é zero. O que estamos dizendo aos jovens brasileiros com essa política?
Que pautem suas pesquisas e sua forma de pensar pelos padrões dos países ricos nossos concorrentes. "Mas é mais difícil publicar em uma revista estrangeira", dizem-nos.
Claro que é em algumas revistas, mas não é esse o critério. Ao Brasil, o que interessa são economistas que saibam analisar e propor soluções para os problemas brasileiros.
Quando revelo à Capes minha indignação com o colonialismo cultural, dizem-me que estão traduzindo a visão da comunidade acadêmica.
Mas quem "consagra" tal monstruosidade é o Estado brasileiro, que existe não para traduzir, mas para afirmar valores.
Para resolver esse problema, a Capes deveria estabelecer para as ciências humanas um porcentual mínimo de periódicos nacionais A.
Não precisa ser um percentual alto como o da história. Um número em torno de 20% como é o caso da antropologia é aceitável. Inaceitável é o que ocorre na economia.
Luiz Carlos Bresser-Pereira
Globalization and Competition
Published in French (La Découverte),
Portuguese (Campus)
and English (Cambridge University Press)
www.bresserpereira.org.br.
27 julho 2011
SALVE A FAVELA
RESISTENCIA DAS RESISTENCIAS
COTIDIANAMENTE
COEXISTIR COM TURBULENCIAS
SOMOS O POVO
QUE A IGNORANCIA OPRIMIU
SOMOS O POVO
NUNCA SEREMOS O BRASIL
NÃO HÁ LIMITES NEM BARREIRAS
ESTAMOS SEMPRE EM AÇÃO
CUIDAMOS DO NOSSO LUGAR
PARA MUDAR AS CONDIÇÃO
É TUDO NOSSO , SEM PRECONCEITO
NÃO SOMOS SÓ BRASIL
TEM FAVELA NO MUNDO INTEIRONOSSA CULTURA
TEM O RESPEITO COMO UNICA DISCIPLINA
E O AMOR
PARA MANTER A SINTONIA.
É SEM MALDADE
MAS NÃO É PERFEITO
POIS SO LUTAMOS
PARA VIVER DO NOSSO JEITO.
(BERNARDO DE PAULA SANTOS)